quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Quero FGTS da Hebe





A Coluna do Zé simão da folha de hoje.
BUEMBA! BUEMBA! Macaco Simão Urgente! O esculhambador-geral da República!
Começou a alta temporada do Datena: as enchentes. Abriram o Aquassab! São Pedro e São Paulo não se bicam! E, como diz o Eramos6, o WikiLeaks é aqui: vaza o teto do banheiro, vaza o teto do quarto, vaza o teto da sala.
IPTU: Imposto Para Tetos Úmidos! Rarará.
E a Hebe Camargo, que pediu demissão do SBT? Salvou o Silvio Santos. É só ele segurar o FGTS da Hebe! Com o FGTS da Hebe, dá para pagar todo o rombo do banco PanAmericano!
A Hebe quer ir para a Globo! Já sei, ela vai trabalhar em "Malhação"! Rarará! O SBT queria cortar o salário da Hebe. Cortar o salário da Hebe é levar a H.Stern à falência. Rarará!
Semana inteira de fotos da Hebe. Bem peruona e com um tesouro de pirata pendurado no pescoço. Quem nasceu primeiro, a perua ou a Hebe? A Hebe! A Perua Amiga! Perua do Bem! E diz que essa é a trajetória televisiva da Hebe: da válvula ao HD!
E a maior verdade que a Hebe já falou: "Eu não tenho medo de ser sequestrada, porque vão me esconder aonde?".
E a maior mentira: "Eu nunca fui desafinada". Eu vou fazer uma enquete: "Onde a Hebe vai trabalhar agora?".
E o Maluf? "TJ de São Paulo inocenta Maluf". Ueba! Eu queria ser o Maluf: rouba, mas faz, mente, mas não convence e é culpado, mas ninguém prova. E o Maluf disse que nem Deus o tira da vida pública. Acredito piamente. Rarará! E sabe o que o Maluf disse? Minha vida é uma esfirra aberta!
O brasileiro é cordial! Mais um cartaz do Gervásio na empresa de São Bernardo: "Isso aqui é armário de guardar roupa e não uma penteadeira de quenga para ficar pendurando foto. Se eu vir alguma foto de mulher pelada, eu vou jogar óleo fervendo na mão do safado. Conto com todos. Assinado: Gervásio". O Pinochet de São Bernardo. Rarará.
Imagine o Gervásio mandando recado pra Al Qaeda: "Se eu pegar o cabrunco que anda mandando sequestrar avião para jogar em cima dos prédios, vou enfiar tanta porrada que o cabra vai botar dinamite pelas ventas". Rarará.
E olha um Gervásio germânico: "Alemão manda castrar namorado da filha". Nóis sofre, mas nóis goza. Hoje só amanhã.
Que eu vou pingar o meu colírio alucinóge

folha de são paulo

Propaganda sai pela culatra

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Adriano ganhar trio de pior jogador do ano







Adriano é tri. O atacante brasileiro foi eleito o pior jogador do ano do Campeonato Italiano e recebeu o Bidone d'Oro (lixeira de ouro). É a terceira vez na carreira que atleta, que pode atuar no Corinthians em 2011, vence o concurso realizado pela rádio "Catersport.". Adriano já havia conquistado o prêmio em 2006 e 2007, quando ainda defendia o Inter de Milão.
Dos dez nomes da lista, seis eram brasileiros: Adriano (Roma), Ronaldinho Gaúcho (Milan), Felipe Melo (Juventus), Mancini (Inter de Milão), Diego (ex-Juventus e hoje no Wolfsburg) e Amauri (Juventus, naturalizado italiano). O romeno Mutu (Fiorentina) e os italianos Materazzi (Inter de Milão), (ex-Juventus) e Cassano (Sampdoria) completaram a relação.

O ex-jogador do Flamengo se tornou o sucessor de outro atleta brasileiro. Felipe Melo ganhou o ‘Bidone d’Oro’ em 2009 depois de uma temporada ruim com o Juventus. A eleição é feita pela rádio desde 2003, quando foi vencida por Rivaldo. Depois, Nicola Legrottaglie (Juventus, 2004), Christian Vieri (Inter e Milan, 2005), Adriano (2006 e 2007), Quaresma (2008) e Felipe Melo faturaram a paródia da Bola de Ouro inventada pela revista "France Football" e que neste ano unificou o prêmio de melhor do mundo com a Fifa.

Apesar da fase ruim, o atacante é assediado para uma possível volta ao Brasil. Porém, a presidente do Roma, Rosella Sensi, revelou neste domingo que não facilitará a saída do atacante.

- O Adriano é um jogador do Roma e será no futuro - decretou.
O brasileiro não atuou neste fim de semana na vitória do Roma por 1 a 0 sobre o Bari por estar resfriado, segundo a imprensa italiana.






g1

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Lula barra profissão de DJ







Lula derruba regulamentação da profissão de DJGrandmaster Flash nunca foi de sindicato nenhum“A Constituição Federal, em seu art. 5o, inciso XIII, assegura o livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, cabendo a imposição de restrições apenas quando houver a possibilidade de ocorrer algum dano à sociedade.”Com essa justificativa, o presidente Lula puxou a tomada no projeto, já aprovado, que regulamentaria a profissão de DJ. O veto do presidente foi integral e apoiado pelos ministérios do Trabalho, da Justiça e da Cultura.A proposta foi apresentada em 2007 pelo ex-senador Romeu Tuma (que morreu este ano), representando a entidade paulista Sindecs (Sindicato dos DJs e Profissionais da Cabine de Som).A regulamentação da profissão era um assunto altamente polêmico no meio dos DJs. Havia uma séria falta de comunicação entre os autores da iniciativa e a cena como um todo. E, como boa parte dos DJs (e agentes, empresários, donos de casa noturna etc) sabia pouco sobre o projeto, pairava grande desconfiança das consequências dessa regulamentação.Muitos, como eu, temiam o engessamento e a burocratização de um mercado que há anos funciona bem na base do auto-gerenciamento. Não parecia haver necessidade de órgãos reguladores e controladores. E outra: quem controlaria os controladores?Os responsáveis pelo projeto sempre insistiram que sua intenção principal era fornecer segurança social a milhares de DJs que trabalham como empregados de casas noturnas. O que é perfeitamente justo e louvável.Mas não é o bastante para compensar a falta de clareza com relação a muitos pontos, a baixa representatividade do Sindecs no meio e os riscos da concentração de poder nas mãos de auto-nomeados “reguladores”.Com tantas dúvidas, o melhor lugar para essa lei, por enquanto, é na gaveta.




UOL

Homenagem a fluminense campeão 2010

Tyson confessa que estava drogado morde orelha







Tyson morde orelha de Holyfield durante combate
O olhar já não é mais o mesmo que intimidava seus oponentes no ringue. Mike Tyson tem mais luz neles e enxerga a sua vida pregressa de maneira crítica. Não se orgulha do que foi e do que fez. Muito menos do episódio com Evander Holyfield, que teve um pedaço de sua orelha arrancado por uma mordida de Tyson, na luta válida pelo título mundial dos peso pesados da Associação Mundial de Boxe. Naquele 28 de julho de 1997, a atitude foi impulsionada pelo uso de drogas. A revelação foi feita pelo pugilista de 44 anos, durante uma entrevista para o jornal inglês The Guardian, na qual ele baixou a guarda.
- Eu não estava pensando sobre boxe quando o mordi. Eu não me importava com o boxe. Eu estava errado quando fiz aquilo, muito errado, louco. Eu estava nas drogas, só pensava nelas. Eu pensava que era Deus - disse Tyson, que encerrou a carreira em 2005.
Ele compara a sua vida a um furacão, com muita destruição. Hoje, admite que não pode viver como viveu no ringue, sempre no extremo. E vem tentando aprender a se amar, depois de tanta autodestruição, que piorou depois da morte de Cus D'Amato, seu mentor, em 1985.
- Minha vida inteira foi uma mentira. Quem sou eu? Não imaginei que chegaria a essa idade. Me sinto incomodado quando as pessoas me adoram e me querem. Me sinto sujo.



g1

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Transporte ruim caro e funcinarios mal educados e aqui no DF




rotina dos 1,5 milhão de brasilienses que dependem dos transportes públicos é semelhante. Os usuários do metrô e dos ônibus enfrentam diariamente a superlotação, o preço alto das passagens e filas para conseguir embarcar. Os passageiros precisam fazer longas viagens em pé, dentro de veículos velhos e sem manutenção. A renovação parcial da frota não resolveu problemas como esse e os transportes públicos são hoje uma das principais reclamações dos moradores da capital federal.

Além de o serviço prestado pelas empresas de ônibus estar muito longe do ideal, as passagens de Brasília estão entre as mais caras do Brasil. A tarifa média, de R$ 2,50, é bem superior ao preço máximo cobrado em Goiânia, que é de R$ 2,25, e em Belo Horizonte, onde o bilhete mais caro sai por R$ 2,30. Para piorar, as empresas negociam com o governo um reajuste que pode chegar a até 42,5% no ano que vem.

O copeiro Gilmar Monteiro dos Reis, 45 anos, percorre todos os dias o trajeto entre a QNQ de Ceilândia e a Rodoviária do Plano Piloto. Na maioria das vezes, faz o percurso de uma hora em pé. Para entrar no veículo na volta para casa, às vezes espera mais de 40 minutos. “O maior problema é a falta de ônibus. Eles demoram muito para passar e, quando vêm, estão completamente lotados. É muito ruim ter que trabalhar o dia inteiro e ainda voltar em um ônibus cheio”, reclama o copeiro.

De acordo com a Secretaria de Transportes, 1,1 mil veículos de transporte coletivo foram substituídos por modelos novos nos últimos quatro anos. Mas o estado de conservação ainda gera reclamações. Pelas ruas do Distrito Federal, é comum encontrar ônibus quebrados e passageiros esperando a chegada de um novo coletivo. O descumprimento dos horários e a ausência de informações nas paradas de ônibus também estão entre os motivos de queixas dos passageiros.

Para a secretária Joelma Lopes, 29 anos, a falta de conforto incomoda. “Acho um absurdo pagar R$ 3 pela passagem e nem sequer poder sentar dentro do ônibus. A fila da minha linha, que vai para Brazlândia, é a maior de toda a Rodoviária. Se eu chegar depois das 18h, tenho que esperar por quase uma hora”, conta Joelma, usuária da linha 400.2.

Especialistas em transportes públicos recomendam uma mudança radical na gestão do sistema da capital federal para que a população possa ter acesso a serviços de melhor qualidade. Para o professor da Universidade de Brasília e especialista em engenharia de tráfego Paulo César Marques, é preciso fortalecer os órgãos públicos de gestão.

“O sistema não pode funcionar unicamente baseado na lógica de mercado, como vem acontecendo. Hoje, quem manda e decide são os operadores, que são os empresários da área. Há muitos anos, não são feitas licitações e o órgão gestor é extremamente frágil”, explica Paulo César.

O professor também afirma que um dos maiores gargalos atualmente é a falta de integração entre os diferentes meios de transporte. Quem precisa fazer uma parte do trajeto de ônibus e outra de metrô precisa pagar duas passagens. Anunciado há pelo menos quatro anos, o bilhete único ainda não saiu do papel. “Uma das necessidades mais urgentes é a integração global do transporte público, que envolva também o sistema do Entorno.

Ao contrário do que foi divulgado, não há
necessidade de grandes obras para implantar isso. Basta implantar a bilhetagem eletrônica”, explica o professor Paulo César Marques.

Entorno
Quem mora no Entorno e trabalha no DF sofre ainda mais. Para vir de Águas Lindas (GO) até o centro de Brasília, o jardineiro Odair José da Silva, 37 anos, gasta diariamente R$ 4,25 em cada trecho. As reclamações são semelhantes às dos moradores do DF. “Os ônibus estão sempre lotados e as passagens são muito caras. Acho que o governo de Brasília também deveria pensar em quem mora no Entorno”, defende o jardineiro.

Para o doutor em engenharia de transportes pela Universidade de Brasília José Leles de Souza, o novo governo terá que reestruturar o transporte coletivo de forma global. “É preciso fazer um estudo de viabilidade de faixas preferenciais ou exclusivas e rever o sistema de concessões para garantir critérios maiores de qualidade, conforto e cumprimento de horários. Essas devem ser algumas das prioridades”, explica o especialista.

Segundo ele, também é necessário fazer ajustes no sistema viário que privilegiem, por exemplo, a circulação de bicicletas. “Foram feitas várias reformulações das rodovias do Distrito Federal, mas, em muito poucas delas, vemos ciclovias ou ciclofaixas. Só o automóvel é privilegiado e esse conceito precisa mudar”, alerta José Leles de Souza.

Semiurbano
As linhas que ligam cidades do Entorno ao Distrito Federal estão entre as mais movimentadas entre todas as de transporte interestadual semiurbano do Brasil (que conectam dois estados, mas têm distâncias inferiores a 75km). O gerenciamento desse sistema cabe à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).







correio brasiliense